Edição #34
6 de junho de 2017
Pense em tudo o que você conhece, todos os objetos, palavras, cores, formas, etc. Este exercício é vertiginoso, e com razão. Nosso cérebro armazena um...
6 de junho de 2017
As histórias em quadrinhos são modificadas e readaptadas o tempo todo, e ainda assim, nunca a presença de artistas e personagens femininas foi tão...
2 de junho de 2017
O cinema é uma forma de distração, aprendizagem e identificação com narrativas diversas, inclusive sobre pessoas. Mas será que nós, mulheres, somos bem...
2 de junho de 2017
No princípio, era a ideia. E a ideia queria se tornar história, entretanto, por algum motivo, nunca se entendia com o papel e com a caneta. Logo, nunca...
2 de junho de 2017
Que músicas têm histórias, isso todo mundo já sabe. De uma forma ou de outra, toda canção tem algo para contar, mas algumas músicas vão além,...
1 de junho de 2017
Pensa aí: qual foi sua última postagem numa rede social? O café da manhã? Aquele prato lindamente montado do almoço? Um podrão? Uma selfie com uma...
Colunas
23 de junho de 2017
Tornou-se recorrente que, quando uma mulher negra é eleita vencedora de algum concurso de  beleza ou por alguma revista como a mulher mais bonita do mundo,...
22 de junho de 2017
“como é tão fácil pra você ser gentil com as pessoas ele perguntou leite e mel pingaram dos meus lábios quando respondi porque as...
17 de junho de 2017
O filme Tudo e todas as coisas estreia nesse fim de semana. Baseado no best-seller homônimo, o longa metragem conta a história de Madeline (Amandla...
10 de junho de 2017
Às vezes queremos perguntar alguma coisa para alguém e não sabemos direito para quem perguntar, né? Por isso resolvemos começar uma coluna de conselhos na...
10 de junho de 2017
ia das/os namoradas/os. Cinema lotado de gente. Filmes românticos nas telinhas. Andar pelas ruas e ver aqueles casais abraçados. Buquês de rosas vermelhas...
Vídeos
4 de fevereiro de 2017
9 de dezembro de 2016
Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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