Edição #30
1 de fevereiro de 2017
Você sabe exatamente quando deixou de ser uma criança para se tornar uma adolescente? O tempo entre o nascimento e a nossa morte é marcado por algumas...
1 de fevereiro de 2017
Eu digo por aí que minha memória é ruim. Que não guardo datas, que esqueço de conversas importantes, que todo dia chego na cozinha e não me lembro do que...
1 de fevereiro de 2017
Sempre gostei muito da idéia de “printables” (ou imprimíveis), projetos que fazemos em casa sem precisar gastar muito dinheiro. Já fiz um guia de...
1 de fevereiro de 2017
Algumas playlists mudam a dinâmica do nosso dia, já que podem nos deixar alegres, tristes, nostálgicas... Neste mês, preparamos uma playlist especial:...
1 de fevereiro de 2017
Os seres humanos têm uma visão muito maniqueísta das coisas. E a vida, esse punhado de acontecimentos muitas vezes sem sentido, também não escapa dessa...
1 de fevereiro de 2017
Sylvia Plath nasceu em Boston, nos Estados Unidos, em 1932 e estudou na Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Lá, ela conheceu o poeta Ted Hughes, com...
Colunas
24 de fevereiro de 2017
As dores insuportáveis, as hemorragias, as dores durante o sexo, o mal estar generalizado, a vontade de se isolar do mundo deitada num quarto escuro com um...
23 de fevereiro de 2017
Já falamos aqui na revista sobre a falta de representação feminina nos museus de arte. A história tem sistematicamente excluído mulheres de seus livros e...
22 de fevereiro de 2017
O Oscar 2017 não está mais tão branco assim. Pelo menos nas indicações.  Depois da campanha “Oscar so White” (Oscar tão branco) expor a ausência de...
16 de fevereiro de 2017
Jane Austen, uma das maiores referências da literatura inglesa, faleceu em 1817 e esse ano comemoramos o bicentenário da sua morte. Nascida no interior da...
15 de fevereiro de 2017
Tudo começou há um tempo atrás na ilha do sol... Às vezes é impossível tirar algumas músicas da cabeça, né? Fica ainda mais difícil quando a música...
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Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.