Posts em maio de 2016
30 de maio de 2016
Há mais ou menos cem anos, o jeito como entendemos o fenômeno da gravidade se modificou, com a criação da Teoria da Relatividade de Geral de Albert...
30 de maio de 2016
A história abaixo foi escrita pela Gleice a partir de suas experiências ao trabalhar com o acompanhamento de pessoas em situação de violência e...
29 de maio de 2016
Quando eu era adolescente meu filme favorito era Dirty Dancing. Foi lançado em 1987 eu não era nem nascida, mas ele passava na Sessão da Tarde...
28 de maio de 2016
Você sai com uma pessoa. Aí você até que se interessa por ela. Quando vai ver, você tá gostandinho da pessoa. É massa. De repente, você tá namorando a...
27 de maio de 2016
  My Generation - The Who Rock And Roll Music - Chuck Berry Estúpido Cupido - Celly Campello Panis Et Circenses - Os Mutantes Pra não dizer...
25 de maio de 2016
Segundo a agência Sioux, no Brasil, 47,1% dos jogadores de videogame são mulheres. Esse dado contesta o estigma existente de que o universo dos games é para...
25 de maio de 2016
Há algum tempo, vendo um filme que as protagonistas eram lésbicas, fiquei me questionando sobre o motivo desses filmes sempre acabarem com finais trágicos....
23 de maio de 2016
A discussão a respeito da representação de homens, mulheres e minorias no cinema não é nova, mas fica ainda mais interessante quando conseguimos ter essa...
21 de maio de 2016
Como descobrir quem se é? Descobertas assim nem sempre são tão simples, podem implicar numa porção de coisas. Eu entendo um bocado dessa sensação, acho...
21 de maio de 2016
  É difícil falar de um livro tão simbólico, que evoca tantos sentimentos e experiências (pessoais ou de toda uma história de luta). Me...
20 de maio de 2016
Enforcadores anos 90: sim ou não?! Tem acessório mais controverso que os tattoos chokers usados na década de 90? Não! E aqui na Capitolina a gente resgata...
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A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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