4 de junho de 2017 | Ano 4, Educação | Texto: | Ilustração: Isadora Maldonado
Aprender via app: Como otimizar o tempo e utilizar o celular para estudar
Ilustração: Isadora Maldonado

Estudar é algo extremamente difícil para muitas pessoas. Às vezes, não temos vontade porque encaramos a atividade como algo chato, cansativo e penoso. Outras vezes, não estudamos devido à falta de tempo, que faz com que não consigamos pegar livros e anotações de aula, fazer resumos ou resolver exercícios.
E não conseguir estudar não deve ser visto como uma falha nossa: os métodos tradicionais de estudo são extremamente monótonos, sem qualquer tipo de interação entre o estudante e o assunto. Somos uma geração que gosta de animação, não é mesmo? Além disso, vivemos rotinas muito longas: de casa para a escola, da escola para o serviço, do serviço para as tarefas domésticas, ou da sua casa para a casa dos amigos (já que ninguém é de ferro), além da militância, de se manter conectado com o mundo e entre outras “coisitchas”. O dia poderia ter 30 horas que não conseguiríamos ter tempo suficiente para fazer o que precisamos. Como diz minha mamãe, “temos que fazer das tripas, coração”.

Assim, precisamos desenvolver técnicas de estudo para aproveitar melhor o nosso tempo disponível. Já pensou em utilizar o celular para aprender um novo idioma? Aproveitar aquela uma hora sentada no ônibus para estudar para provas? Usar jogos para aprender algo que você não entendeu na sala de aula? Existem diversas formas de utilizar esse aparelho que acompanha mais de 80% dos brasileiros. O celular smartphone é um dispositivo multifuncional, sendo possível instalar aplicativos e arquivos diversos. Veja abaixo as melhores formas de utilizá-lo:

#1: Vídeo Aulas no YouTube!

Além de vídeos do Whindersson Nunes e memes, o YouTube apresenta diversos canais para estudar qualquer assunto. Quando estava prestando vestibular, meu canal favorito era o do Prof. Jubilut, que faz vídeos explicando o Enem, mas também desenvolve assuntos mais específicos, como as mitocôndrias. Além dele, temos o Ph. Cortes, Se Liga na História, Prof. Rafael Procopio, entre outros.

#2: “Speak English?”: Use o app Duolingo!

Se você não entendeu o que quer dizer “Speak English?” (fala inglês?), então o Duolingo é para você! O aplicativo é completíssimo, com formas para praticar a escrita, audição e fala, além de ensinar via textos e imagens, o que ajuda muito quando você ainda não conhece a palavra. Além do inglês, o aplicativo ensina francês, italiano, espanhol e português.

Na Apple Store e na Play Store

#3: Aprenda a programar com o app SoloLearn! 

Quer aprender a programar? O app SoloLearn ensina você o básico sobre diversas linguagens, entre elas SQL, C++, Phyton 3 e JavaScript.

Na Apple Store e na Play Store

#4: Treine para o Enem com o app do G1 Enem!

Vai fazer o Enem? Então utilize o G1 Enem para treinar algumas questões! Além de perguntas convencionais, o app conta com enigmas para que você consiga desenvolver melhor os assuntos.

Na Apple Store e na Play Store

Naomi Faustino
  • Colaboradora de Relacionamento e Sexo
  • Colaboradora de Sociedade
  • Redes Sociais

Meu nome é Naomi Faustino, tenho 21 primaveras e sou (quase) formada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de São Paulo. Meu foco de pesquisa é macroeconomia e desenvolvimento econômico, contudo, meu maior xodó é entender o desenvolvimento da África do Sul e tudo que tenha a ver com o mundo não-ocidental. Sou fundadora do coletivo negro da Unifesp Osasco, o Eppen Preta; fui Mulher Inspiradora de 2015 do Think Olga, e; Top Web Negra pelo Blogueiras Negras, quando participava do Preta e Acadêmica. Tive um blog chamado The Black Cupcake focado em comportamento e estética, mas hoje só fico no meu instablog postando comidas saudáveis e minha mudança de vida. Adoro ler, ver séries e filmes com protagonistas fora do padrão, pois é preciso ver um mundo além daquilo que nós é forçado a ver sempre.

Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

Arquivos