Dora Leroy
  • Coordenadora de Quadrinhos
  • Ilustradora

Dora Leroy tem 21 anos e acredita que o universo é grande demais para não existir outras formas de vida inteligente por aí. E, enquanto espera uma invasão alienígena acontecer, gosta de ler livros que se passam em universos mágicos e zerar séries do Netflix.

21 de março de 2017
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7 de fevereiro de 2017
É com muito entusiasmo que declaramos oficialmente inaugurada a coluna de Poéticas! Aqui será o espaço que reivindica novas expressões, que acolhe...
17 de junho de 2016
Tá se sentindo carente e precisa de alguém pra te dar um chamego? Procura uma boa companhia que aguente todas as suas maratonas de séries? Alguém que...
10 de junho de 2016
Já jurei algumas vezes que estava amando. Quando vi a minha gata tomar sol naquela brechinha de luz, tive certeza que a amava. Quando tive medo de acabar um...
5 de abril de 2016
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4 de março de 2016
Nós, da Revista Capitolina, demonstramos nosso total apoio à Lovelove6 e a todas as minas quadrinistas. Todas nós sabemos que não é fácil se estabelecer...
18 de dezembro de 2015
Natal é aquele momento que você pensa: vou comer muito. Afinal, tem chocotone pra um lado, uva passa pro outro, farofa pra todos os lados. E, também, pra...
26 de novembro de 2015
Em setembro, nós estreamos aqui na coluna de artes o “Como brinca?” com intuito de ensinar algumas tecninhas para te ajudar a fluir pelo mundo das artes...
22 de novembro de 2015
Lembra quando fazíamos aquela brincadeira de afundar na piscina ou no mar e tentar falar algo em baixo d'água para o amiguinho tentar decifrar? Os sons...
20 de outubro de 2015
Há dois meses eu decidi adotar um cachorro. Isso quer dizer que há dois meses eu entrei em mais de dez grupos de adoção de animais em São Paulo, curti...
2 de outubro de 2015
O tema de Capitolina deste mês é crescimento. Quando estamos na adolescência fantasiamos muitos sobre o momento final em que levantaremos de manhã e...
Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.