Jade Cavalhieri
  • Colaboradora de Culinária & FVM

Boneca trouxa inveterada que perde muito tempo reclamando e clamando direito à preguiça. É escorpiana com ascendente em áries e ama mostarda de uma forma não muito saudável. Se identifica com nuvens cirrocumulos e alguma parte dentro dela ainda quer ser astronauta.

26 de setembro de 2014
Pensei bastante para escolher a pauta desta edição e decidi fazer algo pra ajudar a espantar os medos. Mas o quê? Quer dizer, medo é uma coisa muito...
25 de setembro de 2014
Ilustração: Isadora M. Texto de Jade Cavalhieri e Isadora Maldonado. Eu – Jade – sempre fui uma menina medrosa e tímida cercada por meninos...
12 de agosto de 2014
Ilustração por Clara Browne A cor azul é muitas coisas: a cor do mar, do céu, da terra vista do espaço e a escolhida pro fusca naquela brincadeira...
8 de agosto de 2014
Fazer você mesma é sobre acertar, como a Luiza disse no nosso primeiro post de Culinária & FVM, mas também é sobre tentar, arriscar, experimentar e,...
13 de junho de 2014
Seguindo com as nossas dicas de beleza caseiras, essa semana a Jade e a Bárbara ensinam dois tipos de batom/protetor labial que vocês podem tentar em...
30 de maio de 2014
Que o nosso corpo precisa de sono para funcionar todo mundo sabe, mas talvez essa seja a necessidade básica do nosso corpo que mais ignoramos. É muito mais...
25 de abril de 2014
Ilustração: Isadora Carangi Fuçar coisas velhas traz sempre aquele sentimento gostoso de se redescobrir, de lembrar o que já foi feito, das coisas que...
18 de abril de 2014
Na semana passada a gente contou porque gosta tanto de botar a mão na massa, e a Luiza e a Bárbara compartilharam suas receitas. Esta semana é a vez das...
9 de abril de 2014
Poucas sensações se comparam à de estar em um bom show, principalmente quando se trata de um artista ou uma banda muito amada. É aquilo de sentir o...
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A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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