Laura Miranda
  • Colaboradora de Relacionamentos & Sexo

Lau tem 19 anos e cursa Letras/Literatura na UFF, mas tem phD em cultura pop lésbica. Se existe inferno, acredita que ele deve envolver uvas passas, cálculos matemáticos, Paulo Coelho e cheiro de ovo. Já o céu tem animais filhotinhos, é brega, gay, 120% colorido e brilhante e toca Beyoncé. Se assumiu aos 15 anos e entende algo sobre adolescência não-heterossexual, por isso tá disposta a trocar uma ideia contigo caso você queira falar de meninas mas não tenha coragem de contar pra alguém que te conheça - pode mandar inbox no facebook ou e-mail para mrndlaura@gmail.com. Auto-declarada rainha da internet desde 2013.

25 de maio de 2016
Há algum tempo, vendo um filme que as protagonistas eram lésbicas, fiquei me questionando sobre o motivo desses filmes sempre acabarem com finais trágicos....
21 de maio de 2016
Como descobrir quem se é? Descobertas assim nem sempre são tão simples, podem implicar numa porção de coisas. Eu entendo um bocado dessa sensação, acho...
1 de dezembro de 2015
Conheci Camila quando voltava de um show para casa. Pegar táxi sozinha é sempre um risco, né? A gente quase nunca se sente 100% segura até chegar em casa....
14 de novembro de 2015
Faz um tempo que venho reparando, nos seres humanos, uma insatisfação constante. A gente dificilmente parece estar inteiro, pleno, e isso faz muito peso em...
29 de agosto de 2015
Nós, meninas que beijam meninas (não necessariamente lésbicas), somos frequentemente importunadas com perguntas inconvenientes que muitas vezes nem merecem...
15 de agosto de 2015
Talvez você já tenha ouvido falar que o Brasil é um dos maiores produtores de soja no mundo, e também que a gente só produz tanto porque assim não falta...
17 de abril de 2014
“Você já reparou nos olhos dela? São assim, de cigana oblíqua e dissimulada.” (Machado de Assis, em Dom Casmurro) A enigmática Maria Capitolina,...
Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.