Má Dias
  • Coordenadora de Social Media
  • Coordenadora de Literatura
  • Colaboradora de Artes

Má Dias, 21 anos. Mora em um Rio de Janeiro, mas ama uma São Paulo. Estuda Comunicação Social na UFRJ, aceitou o árduo (e feliz) caminho de ser jornalista e foi parar no incrível mundo das redes sociais. Adora uma bagunça, ler, criar e inserir livros novos na sua estante: tudo culpa do Aquário com ascendente em Capricórnio. Segue firme e forte encarando o 7x1 de cada dia.

17 de setembro de 2015
Quando olhamos para as mulheres que estampam capas de revistas, que são personagens de alguma narrativa cinematográfica e literária, acabamos por nos...
5 de setembro de 2015
Oi, meninas! Quem escreve é a Helena e a Má, coordenadoras de uma das mais novas áreas da Capitolina: Literatura! Nós antes já falávamos desse assunto...
16 de julho de 2015
As férias de julho são gostosas porque dá pra gente ficar debaixo das cobertas, comendo brigadeiro e assistindo netflix. Ao mesmo tempo, o frio faz os dias...
25 de junho de 2015
Imagine-se em uma sala de aula de colégio (podem ser aquelas de filmes americanos, ou onde você estuda/estudou) com aqueles grandes grupos heterogêneos de...
25 de setembro de 2014
Ilustração por Jordana Andrade. Paraty, 2014. Eu andava pelas curtas ruas de paralelepípedos dessa cidadezinha cheia de leitores atordoados (era o...
21 de agosto de 2014
Ilustração:  Bia Quadros  Texto de Domenica Morvillo e Má Dias.  Você já parou para pensar que desde cedo, as artes cênicas, a atuação, está...
14 de junho de 2014
Ilustração de Bia Quadros Os passos que rondam o início de um relacionamento são quase sempre os mesmos: a atração por outra pessoa, os encontros e...
19 de abril de 2014
Reunimos nossas redatoras de área de Relacionamentos e Sexo da revista para montar um mega artigo sobre virgindade para vocês, por sabermos ser um tema tão...
Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

Arquivos