Natasha Ferla
  • Coordenadora de Cinema & TV
  • Colaboradora de Estilo
  • Audiovisual

Natasha Ferla tem 25 anos e se formou em cinema e trabalha principalmente com produção. Gosta de cachorro, comprar livros e de roupas cinza. Gosta também de escrever, de falar sobre o que escreve porque escreve melhor assim. Apesar de amar a Scully de Arquivo X sabe que no fundo é o Mulder.

23 de julho de 2014
Eu arrisco dizer que se rock não é o gênero musical mais popular do mundo, é certamente um dos mais ouvidos por aí. Acontece que o rock n' roll é mais...
13 de julho de 2014
Ilustração: Beatriz Quadros Ir ao salão de beleza pode ser uma atividade bem interessante. A ideia de entrar num lugar e sair dele levemente diferente ou...
8 de julho de 2014
Ilustração: Isadora Marília Almeida Dirigido pela diretora americana Siri Anderson, The Punk Singer (EUA, 2013) é um documentário sobre a cantora e...
30 de junho de 2014
  Escrito por Nicole Ranieri, Giulia Fernandes, Domenica Morvillo e Natasha Ferla Hoje tudo deu certo no seu dia: você foi bem na prova, seu cabelo...
23 de junho de 2014
Ilustração Jordana Andrade Introdução de Natasha Ferla. Colaboração Beatriz Trevisan e Luiza Vilela É difícil, que você leitora não...
19 de maio de 2014
Ilustração: Jordana Andrade. Natasha Ferla: Vamos começar com o fato de que eu me sinto velha, porque já faz dez anos que lançaram Meninas Malvadas,...
5 de maio de 2014
Em vista do aniversário de 10 anos do que nós consideramos um dos melhores filmes adolescentes de todos os tempos e, definitivamente, o filme adolescente do...
28 de abril de 2014
Ilustração: Isadora M. Almeida Para ler ouvindo: My Mad Fat Diary Playlist Hoje inauguramos na editoria de Cinema & TV uma seção informal,...
13 de abril de 2014
A "beleza" não é universal, nem imutável, embora o mundo ocidental finja que todos os ideais de beleza feminina se originam de uma Mulher Ideal...
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A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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