Rebecca Raia
  • Coordenadora de Artes
  • Colaboradora de Relacionamentos & Sexo
  • Coordenadora Editorial

Rebecca Raia é uma das co-fundadoras da Revista Capitolina. Seu emprego dos sonhos seria viajar o mundo visitando todos museus possíveis e escrevendo a respeito. Ela gosta de séries de TV feita para adolescentes e de aconselhar desconhecidos sobre questões afetivas.

21 de julho de 2014
Ilustração: Isadora Maldonado. Texto de Beatriz Rodrigues, Nicole Ranieri e Rebecca Raia Sair de casa para um ambiente estrangeiro é um pouco...
24 de junho de 2014
Ilustração: Bárbara Fernandes Introdução por Gabriella Beira, com colaboração de Helena Zelic, Taís Bravo e Rebecca Raia É difícil dizer quando...
17 de junho de 2014
Ilustração: Isadora Carangi. *Texto de Bia quadros, Rebecca Raia e Isadora Maldonado Masturbação, por Beatriz Quadros Toda vez que uma...
10 de junho de 2014
Ilustração: Clara Browne. O nosso corpo incomoda muita gente. A capa que nos cobre envolve muito mais coisas que um simples cobertor do nosso ser...
28 de maio de 2014
Ilustração: Verônica Vilela. Era 8:00 da manhã e Laura sonhava em ir na hamburgueria com o João. Ela chegou mais cedo e pediu um milk shake de...
23 de maio de 2014
Ilustração: Isadora Maldonado. Talvez você já tenha aprendido sobre o Martin Luther King Jr. (1929-1968), um dos mais notáveis lideres do movimento...
24 de abril de 2014
Ilustração: Bárbara Carneiro. Texto de Natália Lobo & Rebecca Raia. Morar fora de casa - ou da cidade, ou do país - sempre pode parecer um pouco...
18 de abril de 2014
Histórias em quadrinhos são uma novidade para mim. Tirando aquelas que li durante a minha infância, não imaginei que na vida adulta quadrinhos estariam...
10 de abril de 2014
[Essa é nossa primeira semana escrevendo esta coluna. Nós vamos falar justamente sobre artes, mas estamos cansadas de Picassos, Mondrians, Monets, Mirós e...
Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

Arquivos