6 de março de 2018 | Ano 4, Edição #43 | Texto: and | Ilustração: Gabriela Sakata
Carta das Editoras #43: Aceitação

Aceitação é uma palavrinha pequena mas que carrega muito significado. Com a intolerância cada vez mais ganhando espaço no nosso mundo, aceitar a si e aos outros é um ato revolucionário. Por isso escolhemos aceitação como o nosso tema do mês de março.

Ao longo da vida aprendemos a aceitar diversas atitudes, pessoas e situações. Algumas delas podem ser mais difíceis, outras mais fáceis. Mas aceitar é um exercício diário, que envolve compreensão, empatia e paciência, e que muitas vezes exige de nós nos colocarmos no lugar do outro (o que nem sempre é simples!).

Quando falamos da aceitação de nós mesmas, aí a coisa pode ser ainda mais complicada. Muitas vezes somos extremamente duras conosco, desejando padrões inalcançáveis de beleza, sucesso, comportamento ou felicidade para nossas vidas. Se conscientizar sobre nossa importância no mundo e sobre tudo aquilo de maravilhoso que já somos e representamos é um bom começo no caminho da auto aceitação.

Neste especial, vamos falar da dificuldade que atletas fora dos padrões enfrentam no esporte, de como lidar com os términos e começos da vida, do acolhimento de imigrantes e da importância de nos aceitarmos e aos que nos cercam com nossas qualidades e defeitos, sem nos conformarmos com aquilo que nos faz mal.

Mariana Fonseca
  • Coordenadora de Saúde
  • Colaboradora de Literatura e do Leitura das Minas

Mariana tem 25 e se formou em medicina. Carioca, ama viver no Rio de Janeiro, mas sonha em voltar para a Escócia. É feminista deboísta e acredita que todo mundo merece chá.

Ana Carolina Souza
  • Colaboradora de Ciências e Tecnomania
  • Colaboradora de Saúde

Ana Carolina tem 25 anos e é médica formada pela UFRJ. Atualmente faz doutorado na mesma universidade na área de Cardiologia. Ama tudo (tudo mesmo!) relacionado à ciência e sonha em se dedicar e incentivar a pesquisa no país.

Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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