1 de maio de 2016 | Ano 3, Edição #26 | Texto: | Ilustração: Clara Browne
Carta das editoras #26: Geração

Vira e mexe aparece pela internet um texto sobre A Incrível Geração Que [insira qualquer coisa aqui. Tipo, mesmo, qualquer coisa]. Vira e mexe aparece uma música que vem dizer algo sobre a nossa geração, ou então estamos na aula e um professor pergunta algo como MAS E O QUE A GERAÇÃO DE VOCÊS ESTÁ FAZENDO PRA MUDAR O MUNDO??, ou ainda aparece aquela crítica de cinema dizendo que aquele filme é o retrato da nova geração. Mas… Assim… O que é a nossa geração? Quem somos nós? O que representamos? O que estamos fazendo e como estamos atingindo e sendo atingidos pelas outras pessoas de outras gerações?

Nós fomos feitas na madruga, que nem fala o One Direction? Será que corações partidos são mesmo nosso hino nacional, Taylor? Será que depois de 20 anos na escola, a gente faz nossa revolução? Mas o que raios divide a nossa geração de outra geração? Dá pra pensar em gerações mundiais? Ou será que cada lugar tem a sua particularidade e isso realmente afeta as diferentes sociedades? O que temos de igual? O que temos de diferente? Será que é só nossa era astrológica e os memes na internet ou tem algo além disso? Algo que faça sermos mesmo um coletivo único e juntinho?

Nessa edição, vamos buscar algumas respostas pra essas perguntas. Mas, enquanto isso não acontece, curtam aqui com a gente esse papo da madruga.

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Clara Browne
  • Cofundadora
  • Ex-editora Geral

Clara nasceu em 1994 no Rio de Janeiro, mas se mudou para São Paulo ainda pequena. Estuda Letras e sempre gostou mais de poesia do que de prosa. Ama arte moderna, suéteres e o musical Jesus Cristo Superstar. Aprendeu a fazer piadas com seu nome e sobrenome por sobrevivência. Em setembro de 2013, teve a ideia da Capitolina, a qual co-editou até setembro de 2016. Hoje em dia, ela escreve pra um montão de lugares. É 50% Corvinal e 50% Lufa-Lufa.

Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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