17 de outubro de 2014 | Culinária & FVM | Texto: | Ilustração:
Carteira mágica!
 gifcarteira
A primeira vez que eu vi uma carteira mágica, eu não sabia ao certo como ela funcionava. Ela fazia o dinheiro sumir pra algum compartimento bem escondido? Ou faz o dinheiro aparecer? Acho que não! Ela ela engole o seu dinheiro (ou  qualquer papel) e faz ele mudar de um lado pro outro por causa dos elástic…OPA! Tô revelando os truques, né? Ok, eu sei que um bom mágico nunca revela seus truques, mas acontece que eu não sou mágica e esse é útil e fofo e, bem, vamos lá!
Vamos precisar de:
  •  Uma caixa de leite/suco vazia
  • 4 retalhos de tecido 8x11cm
  • 4 elásticos ou fitas de cetim de aproximadamente 15cm
  • cola pra tecido
  • régua
  • tesoura
  • pincel
  • fita adesiva*  
E mãos a obra!
  1. Primeiro lave, seque e abra a caixa de leite. Corte 4 capinhas de medidas iguais, 7,5×10,cm. Se quiser, pode dar uma arredondada nas pontas pra ficar mais bonitin!  

  1. Cole o tecido na aparte prateada. Dobre as partes que sobrarem e cole na parte de trás. Faça isso com as 4 partes.  

  1. Agora o truque começa! Cole as pontas dos elásticos a 1,5cm da borda. Coloque a outra parte por cima dos elásticos esticados e cole também na parte de trás. Essa parte (que está pra baixo) será a parte de dentro.

  1. Vire, faça um X com os outros dois elásticos, passe as pontas pelo meio das duas capinhas e cole atrás, ponta com ponta.

  1. Feito isso, cole as capinhas (que serão a parte de fora) por cima, assim:

  1. Coloque algum peso por cima ou prenda com pregadores. Espere secar e está pronta!

Jade Cavalhieri
  • Colaboradora de Culinária & FVM

Boneca trouxa inveterada que perde muito tempo reclamando e clamando direito à preguiça. É escorpiana com ascendente em áries e ama mostarda de uma forma não muito saudável. Se identifica com nuvens cirrocumulos e alguma parte dentro dela ainda quer ser astronauta.

Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

Arquivos