1 de setembro de 2017 | Ano 4, Anos, Edição #36 | Texto: | Ilustração:
Cidade: #capitomigas

O tema de agosto foi Cidade! Perguntamos as leitoras: o que você ama sobre tua cidade? Adoramos receber respostas de garotas de várias cidades, em diferentes formatos. O tema de Setembro é Sensações! Nos mande uma foto, ilustração, parágrafo para ilustrar uma sensação. Aguardamos ansiosas 🙂

Envie tua contribuição para contato@revistacapitolina.com.br ou use a #capitomigas

Amamos vocês, leitoras <3

Contribuição da leitora Gaby Pinheiro. (@gabypinheiroreal no Instagram)

Contribuição da leitora Gaby Pinheiro. (@gabypinheiroreal no Instagram)

Gaby Pinheiro: Eu nasci numa cidade litorânea do interior do Alagoas chamada Corupire. O que eu mais amava naquele lugar

Adria Meira

Adria Meira

​Adria Meira, Porto Alegre: Hoje em dia eu moro em Porto Alegre e eu gosto de pensar aqui como um conjunto de lugares em que as pessoas podem realmente viver – sem ter que pagar por isso. Simples, não? Mas se a gente for parar para pensar viver na cidade é (bem) caro. A gente paga para comer, se divertir, se locomover. Em Porto Alegre não precisa ser sempre assim. Aqui dá para assistir o pôr-do-sol-mais-incrível-do-mundo em frente ao rio Guaíba – seja na orla ou na Usina do Gasômetro. Dá para deitar na grama e tomar sol no Parque da Redenção ou no Jardim Botânico. Dá para ver o antigo quarto do Mário Quintana na Casa de Cultura. Dá para ver um filme por um preço bem barato na Cinemateca Capitólio ou no Cine Guion, que, pasme!, não ficam dentro de um shopping. Quer mais? Se você está no centro, dá para fazer a maior parte das coisas a pé ou de (♥) bicicleta.

Robin Lavina: O Rio tem tudo isso, mas o Rio também tem pessoas. Acho que são o que eu mais
gosto na cidade: quando você ta meio desesperançosa e vê aquela pessoa simples de bem
com a vida, caprichosa em seu trabalho, que te atende bem apesar de todas as
circunstâncias. Tem o senhorzinho da lanchonete da C&C da Rua Uruguai, a moça do
caixa do Extra, o pintor de paredes que é minucioso com detalhes, a vendedora da loja de
plantas artificiais no Centro da cidade. Essas pessoas deixam o coração quentinho de um
jeito que os lugares acima também deixam, mas deixam por mais tempo, me fazem querer
ser uma pessoa melhor e que sente mais e que se esforça mais. O Rio é feito por essas
pessoas e esses lugares, detalhes prosaicos numa cidade turística.

Camila Assad: Escolhi fotos do céu, sempre lindo em qualquer época do ano; o Ipê rosa, árvore símbolo da cidade; o Centro Cultural Matarazzo, antiga industria da célebre família que foi restaurada para uso popular e manifestações artísticas; o Parque do ovo, bom pra qualquer idade; o Sesc Thermas, sempre cheio de shows e exposições maravilhosas; a Cidade das Crianças, que embora meio abandonada tem uma paisagem natural bem bacana e o Galpão da Lua, antigo barracão da época das atividades ferroviárias que estava abandonado e foi recentemente ocupado e transformado num lugar de arte.

parque do povo 2

Das meninas do Atelie Floreser (@ateliefloreser), um retrato da Biblioteca de Americana.

bordado

Ilustração da Isabella Beira, irmã da Capitolinda Gabriella Beira

Ilustração da Isabella Beira, irmã da Capitolinda Gabriella Beira

A Bia ama o anoitecer de sua cidade, Atibaia, São Paulo.

A Bia ama o anoitecer de sua cidade, Atibaia, São Paulo.

Rebecca Raia
  • Coordenadora de Artes
  • Colaboradora de Relacionamentos & Sexo
  • Coordenadora Editorial

Rebecca Raia é uma das co-fundadoras da Revista Capitolina. Seu emprego dos sonhos seria viajar o mundo visitando todos museus possíveis e escrevendo a respeito. Ela gosta de séries de TV feita para adolescentes e de aconselhar desconhecidos sobre questões afetivas.

Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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