Edição #3

Corpo

30 de junho de 2014
Ilustração: Bia Quadros. Todo mês, vamos compilar alguns links legais dessa internet para vocês se divertirem e conhecerem coisas novas fora da...
29 de junho de 2014
Ilustração: Isadora M LIVROS A irmandade das calças viajantes (The sisterhood of the traveling pants), Ann Brashares Apesar do nome curioso, A...
28 de junho de 2014
Ilustração: Heleni Andrade. Texto de Beatriz H.M. Leite & Clara Browne. Olhar-se no espelho e ver-se gorda. Pode parecer uma imagem clichê, mas...
27 de junho de 2014
Como falar sobre lidar com os seus “defeitos” e marcas sem cair em clichês que lemos muito, mas que ajudam pouco? Acho que entender tudo isso como um...
26 de junho de 2014
Às vezes, estamos tão tristes, que nada nos tira da dor que estamos passando. Ficamos remoendo os pensamentos ruins, carregando mundos invisíveis que pesam...
25 de junho de 2014
Ilustração: Negahamburguer. Marcamos de nos encontrar, eu e Laura, na catraca do metrô, meia hora antes, para termos tudo prontinho quando fosse seis...
24 de junho de 2014
Ilustração: Bárbara Fernandes Introdução por Gabriella Beira, com colaboração de Helena Zelic, Taís Bravo e Rebecca Raia É difícil dizer quando...
22 de junho de 2014
Ilustração: Bárbara Fernandes. A dança acompanha os humanos desde muito muito muuuuuuuuuuito cedo. Várias vezes já foram encontradas pinturas...
21 de junho de 2014
Ilustração: Helena Zelic. Todas nós sabemos que o teatro e a dança são artes que nos ensinam a lidar com nossos corpos – até por motivos óbvios,...
20 de junho de 2014
Ilustração: Mariana Trigo. Texto de Beatriz Trevisan e Laura Pires. Quando gostamos de alguém, seja um “gostar” amoroso ou num nível de amizade,...
19 de junho de 2014
Ilustração: Jordana Andrade. Todos temos defeitos, porém alguns são escondidos. E quando o seu "defeito" é aparente, bem visível aos olhos de todos?...
Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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