Edição #3

Corpo

18 de junho de 2014
Ilustração: Isadora M. No feminismo, é muito comum que se faça uma separação entre o que é gênero e o que é sexo biológico. Sexo biológico seria...
17 de junho de 2014
Ilustração: Isadora Carangi. *Texto de Bia quadros, Rebecca Raia e Isadora Maldonado Masturbação, por Beatriz Quadros Toda vez que uma...
16 de junho de 2014
Ilustração: Laura Viana "A autoexpressão é uma defesa" - Louise Bourgeois Há muito tempo que os seres humanos começaram a deixar suas...
15 de junho de 2014
Ilustração: Verônica VIlela. Eu já achei anormal alguém ir três vezes por semana na academia, quem dirá quatro. Achava aquilo insuportável – como...
14 de junho de 2014
Ilustração: Laura Viana. Um amigo certa vez falou que costuma reconhecer um artista picareta quando ele, ao definir a própria obra, diz que ela...
13 de junho de 2014
Ilustração: Jordana Andrade. Na primeira vez que entrei na sala da turma de espanhol, sentei diretamente em frente a uma pessoa... E digo “pessoa”...
12 de junho de 2014
Tatuador: Fernando Diz. Modelo: Vivian de...
11 de junho de 2014
Corpo #3 from capitolina on 8tracks Radio. 1. Pagu - Rita Lee 2. Big Girl (You're Beautiful) - Mika 3. Skeleton - Kate Nash 4. A Carne - Elza...
10 de junho de 2014
Ilustração: Clara Browne. O nosso corpo incomoda muita gente. A capa que nos cobre envolve muito mais coisas que um simples cobertor do nosso ser...
9 de junho de 2014
A rapper Luana Hansen diz, em uma de suas músicas, que "lutar pela legalização do aborto é lutar pela saúde da mulher". As mulheres, organizadas em...
7 de junho de 2014
Ilustração: Helena Zelic Texto por Mariana Paraizo Há dois anos, quando eu brigava praticamente todos os dias com meus pais, considerei sair de...
6 de junho de 2014
Ilustração: Bárbara Fernandes. Não tenho propriedade acadêmica nenhuma para falar sobre doenças de pele. Ainda assim, a propriedade que eu tenho para...
Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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