Edição #5

Cores

31 de agosto de 2014
Ilustração: Bia Quadros. Todo mês, vamos compilar alguns links legais dessa internet para vocês se divertirem e conhecerem coisas novas fora da...
30 de agosto de 2014
Ilustração: Mariana Paraizo. LIVROS A cor púrpura (The color purple, 1982) é um livro da feminista estadunidense Alice Walker e retrata a vida...
29 de agosto de 2014
Ilustração: Laura Viana. Texto de Debora Albu e Isadora Maldonado Se pintar é algo habitual desde muito tempo atrás, começando com a...
27 de agosto de 2014
“Quero pintar essa cidade cinza, Criar diversidade na unidade, Quero cores!” Trecho de: Manifesto Zebra Encontro Regional de Estudantes de...
26 de agosto de 2014
Ilustração: Laura Viana. Ao crescer, nós abandonamos pouco a pouco os objetos que marcaram a nossa infância. Bichinhos de pelúcia são deixados de...
25 de agosto de 2014
Ilustração: Bárbara Fernandes. Desde que eu me entendo por gente, o amor tem sido minha principal prioridade na vida. De maneiras diferentes, ele tem...
24 de agosto de 2014
Quando eu estava no ensino médio, realizamos um debate na minha escola sobre Homeopatia vs Alopatia. O professor deixou os alunos se dividirem como quisessem,...
23 de agosto de 2014
Ilustração: Dora Leroy. A bandeira arco-íris é o símbolo do movimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros). Assim como outras bandeiras,...
22 de agosto de 2014
Ilustração: Helena Zelic. De pintura no rosto eu tenho certeza que você já ouviu falar, já usou ou já viu em alguém. Mas e pintura de corpos? Há...
21 de agosto de 2014
Foto: Laura Viana Texto e fotos por Helena Zelic e Laura Viana Quando estamos na escolinha, muitas de nós aprendemos que as cores primárias são azul,...
20 de agosto de 2014
Ilustração: Bárbara Fernandes. Os nossos sentidos são inquestionavelmente algumas das melhores ferramentas que possuímos para perceber o mundo ao...
Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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