14 de novembro de 2015 | Literatura | Texto: | Ilustração: Isabela Zakimi-Innocentini
Escritora do mês: Meg Cabot

Poucas autoras influenciaram tanto uma geração de leitoras quanto Meg Cabot. Autora de mais de 50 livros para crianças, adolescentes e adultos, Meg veio ao Brasil pela segunda vez agora em outubro (a primeira foi em 2009 na Bienal do Livro Rio) para promover a nova edição de aniversário de O Diário da Princesa e O Casamento da Princesa, respectivamente o primeiro e o último livro de sua série de maior sucesso, que inspirou dois filmes da Disney.

A Clara, a Carol e a Dani falaram aqui de personagens da ficção que foram e são importantes para elas, principalmente na adolescência. Pois para mim, e certamente para milhares de outras garotas, Mia Thermopolis e Susannah Simon foram fundamentais durante essa fase complicada da vida.

Tivemos o prazer de entrevistar a Meg quando ela esteve no Rio. Ela fala do empoderamento em histórias de princesas, dá dicas para jovens escritores e ainda conta um pouco sobre Remembrance, o novo livro da série A Mediadora que será publicado no ano que vem. O resultado vocês podem conferir no vídeo:

Mariana Fonseca
  • Coordenadora de Saúde
  • Colaboradora de Literatura e do Leitura das Minas

Mariana tem 25 e se formou em medicina. Carioca, ama viver no Rio de Janeiro, mas sonha em voltar para a Escócia. É feminista deboísta e acredita que todo mundo merece chá.

  • Ana Clara Campanelli

    Simplesmente leio a série inteira do Diário da Princesa todo ano em Janeiro! A primeira vez que entrei em contato com o feminismo foi pelas obras dela quando eu tinha uns 9 anos! Amo muito essa mulher.

  • http://equantoapepsi.blogspot.com.br Juliana

    Mesmo com 17 anos fiquei querendo ler o diário da princesa

  • Leticia

    meg cabot é muito simpática, adorei a entrevista!

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A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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