16 de fevereiro de 2015 | Estilo | Texto: | Ilustração:
Foi bonito, foi

Sabe quando alguém fotografa uma pessoa na rua pra um blog ou revista porque achou que ela tem um estilo incrível? Pois bem, isso se chama street style. Aposto que você já viu muitos na sua vida, mas nenhum deles como o que está por vir nesse post. Nada de Semana de Moda em Londres, Dubai ou Estocolmo. O street style capitolínico da vez se embrenhou foi no meio de um bloco paulista do carnaval paulistano, o “Vai Quem Quer”, que existe há 35 anos e saiu do Largo da Batata. Teve até parada na frente do Instituto Tomie Othake para prestar as últimas homenagens carnavalescas à grande artista que se foi recentemente (com direito a gritos de “TO-MÍ-Ô-TÁ-KE!” nas deixas de cada marchinha).

O clima foi extremamente delicioso e as pessoas foram super criativas nas fantasias. É um clichê tremendo, mas o carnaval realmente tem as cores e o brilho pra deixar qualquer uma com um sorriso de boba alegre no rosto. No meio dos confetes e das serpentinas, quando deixamos um pouco de lado nossa vaidade, sucumbimos ao suor e deixamos pra lá o adereço perdido na multidão, aí mesmo tá o ápice da beleza do carnaval. Todas exautas, mas completamente relaxadas e com uma aura linda de bonita.

 

Fotos: Laura Viana

Texto: Julia Oliveira

Conceito, abordagens cara de pau e curadoria de fantasias: Clara Browne, Julia Oliveira e Laura Viana

Julia Oliveira
  • Coordenadora de Estilo
  • Ilustradora

Julia Oliveira, atende por Juia, tem 22 anos e se mete em muitas coisas, mas não faz nada direito — o que tudo bem, porque ela só faz por prazer mesmo. Foi uma criança muito bem-sucedida e espera o mesmo para sua vida adulta: lançou o hit “Quem sabe” e o conto “A ursa bailarina”, grande sucesso entre familiares. Seu lema é “quanto pior, melhor”, frase que até consideraria tatuar se não tivesse dermatite atópica. Brincadeira, ela nunca faria essa tatuagem. Instagram: @ursabailarina

Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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