Infância de menos para games de mais: os nossos favoritos
Ilustração: Helena Zelic

Ilustração: Helena Zelic

Essa semana a Capitolina decidiu experimentar uma coisa diferente. Vamos fazer uma pequena enquete e dar quatro games para uma leitora que responder à seguinte pergunta: “Qual foi o seu jogo favorito quando criança?” Fácil, né? Para saber os detalhes, leia o fim da matéria.

Quando éramos crianças, chegava o mês de outubro e a primeira coisa que vinha à mente era: “presentes”. Hoje em dia, sabemos que o Dia das Crianças é mais um motivo para consumir e fazer pais do país inteiro entrarem em grandes lojas e saírem de lá soterrados por grandes pacotes contendo as novidades (ou nem tanto) do mercado de brinquedos. Os videogames, por exemplo, sempre foram grandes alvos do imaginário infantil nessa data. Afinal, quem nunca sonhou em ganhar um Nintendo 64 ou um Playstation?

Atualmente, os videogames ainda estão em alta. Com a popularização da internet, dos tablets e dos computadores, talvez a importância de ter em mãos aquela tela interativa, aquelas fitinhas quadradas ou aqueles CDs megacaros não seja mais tão emocionante. Mas os consoles continuam inovando e, por mais que nossa infância já tenha passado, às vezes a emoção de ganhar um novo console ou jogar um novo game ainda é forte.

Por isso, nada mais justo do que, no mês dos Dias das Crianças, falar sobre os nossos jogos favoritos e relembrar um pouquinho a alegria, a emoção e o entusiasmo que era jogar.

Aqui estão os relatos das colaboradoras da sessão Tech & Games!

Carol – Eu sou heavy user de PC desde pequenininha: chegava da escola, colava na cadeira e mergulhava naquele monte de coisa incrível que os 90’s tinham a oferecer. Impossível então não falar da LucasArts. Eu lembro de jogar só o demo do The Dig e me apaixonar por um dos personagens, de empacar no Grim Fandango e de pirar no Full Throttle. Full Throttle foi marcante justamente porque dentre esses de cima foi o único que joguei de cabo a rabo enquanto criança. Naquela época ninguém tinha assim tanta familiaridade com tecnologia, então zerar o jogo foi um esforço coletivo: eu, minha mãe e meu irmão jogávamos juntos, tipo “social gaming” de verdade.

Full Throttle tem toda uma atmosfera suja, rock’n’roll, anti-heroica, tem até uma gangue de motoqueiras mulheres (!!!) – sintetiza direitinho a Carol que cresceria dali. Tanto é que ela cresceu, jogou de novo (algumas várias vezes) e continua fascinada. A trilha sonora do jogo fixou residência no meu iPod e eu estremeço quando ela toca. “Sempre que eu sinto cheiro de asfalto, eu penso em Maureen.”

Imagem: Full Throttle. Divulgação.

Imagem: Full Throttle. Divulgação.

Verônica – Eu nunca fui muito de jogar videogame, não sei bem o porquê. Preferia assistir meu irmão jogando Sim City no nosso PC supermoderno com monitor preto-e-branco (ainda não existia colorido). Passava horas sentada atrás dele vendo aquela cidade louca crescer e imaginando a vida das pessoas lá dentro. Um tempo depois, eu ganhei um pacote com quatro joguinhos do tipo “Sim” e eles eram minha maior diversão durante as tardes, quando a escola estava em greve.

Tinha o SimTunes, que era uma malha onde você encaixava quadradinhos de cores diferentes, cada um emitindo um tom, e vários bichinhos-instrumento que passavam pela malha na direção em que eram colocados, tocando a música. Daí dava para fazer coisas como: um quadrado de palhaços tocando uma música de circo! O SimAnts, o SimTower e o SimTown eram mais parecidos entre si. No Ants era para construir uma colônia de formigas, onde havia predadores, vários tipos de formiga com “profissões” diferentes e ferramentas para abrir caminhos. O Tower era muito parecido com um aplicativo bastante famoso: o Tiny Tower. Só que era mais elaborado, tinha um monte de variáveis que a “pequena eu” fingia entender. Ele era o mais complicado. E tinha o Sim Town, que era minha coisa preferida da vida: uma versão simplificada de Sim City, onde dava para criar uma cidade, tinha o prefeito, a economia, e até o clima influenciando o que ia acontecer. Eu passava horas brincando de deusa e construindo e destruindo cidades. Agora, lembrando disso, eu não consigo entender por que não dei certo na Arquitetura. Vai ver Freud explique.

Imagem: Sim Town. Reprodução.

Imagem: SimTown. Reprodução.

Dora – Às vezes a realidade e a memória se confundem. Pelo o que eu me lembre, desde sempre fui uma grande fã dos jogos Pokémon. Não sei se a grande-Dora-dos-19-anos impôs essa memória na pequena-Dora-aos-8-anos, mas o jogo que eu lembro de mais ter jogado quando pequena foi, com certeza, Pokémon Crystal. Eu sempre tive daquelas fitinhas que você comprava no camelô e vinham quinhentos jogos diferentes. Eu ainda possuo algumas, aliás. Eu lembro de jogar Bomberman e Kirby. Mas nada ganhava das aventuras que eu tinha em Crystal.

Confesso que quando joguei pela primeira vez (o jogo foi lançado em 2001, eu devo ter jogado pela primeira vez em 2002/2003), eu não entendi absolutamente nada do que estava fazendo. Era apenas uma menininha feliz no mundo de Johto. Lembro do meu Totodile (sempre escolhi pokémons de água como iniciais). Lembro da clássica música que nunca saiu da cabeça. E também lembro do dia, uns 5 anos depois, que revivi a minha fitinha. Eu tinha deixado o Game Boy Color de lado e já adquirido o mais novo Game Boy Advance SP. Joguei pela segunda vez o jogo. Eu já tinha uns 12 anos e sabia falar o inglês básico. Entender pela primeira vez o objetivo real do jogo (e não apenas batalhar aqui ou acolá) foi totalmente outra experiência. Mas foi uma boa experiência. Hoje em dia eu jogo Pokémon X e estou muito ansiosa para o remake do Red.

Imagem: Pokémon. Divulgação.

Imagem: Pokémon. Divulgação.

Gabriela – Desde pequeninha sempre tive uma relação de amor e ódio com videogames. Acho que, por ser de descendência oriental, todo mundo sempre supôs que eu fosse boa, mas para falar a verdade nunca fui das melhores… Felizmente, isso não me impediu de continuar jogando. Minha família sempre se encontrava e meus muitos primos me mostravam e ensinavam a jogar. Depois de anos jogando Game Boy sozinha, me apresentaram um jogo que me marcou muito: Age of Empires.

Para quem não conhece, Age of Empires é uma série de jogos eletrônicos para computador desenvolvida pela Ensemble Studios, com o primeiro título lançado em 1997. Basicamente, trata-se de um game de estratégia em tempo real caracterizado por eventos históricos. Existem edições focados em eventos importantes da história europeia, asiática, americana e africana, desde a Idade da Pedra até as épocas pré-modernas.

Imagem: Age of Empires. Reprodução.

Imagem: Age of Empires. Reprodução.

Para mim, pessoalmente, foi uma experiência muito diferente, um novo tipo de jogo, outra ideia e outra plataforma. Jogar no computador daquele jeito era novidade para mim: em casa tínhamos um computador bem ruinzinho. Lembro de ir nas férias para chácara da minha tia no Sul, onde nos trancávamos na sala dos computadores e jogávamos em três, quatro máquinas diferentes! Eram gritos para todos os lados, muito como jogar War em família.

Fernanda – Meu jogo favorito definitivamente foi Donkey Kong Country 2. Além da trilha sonora superenvolvente e dos cenários bem desenhados, possui uma curva de aprendizado que encanta qualquer jogador. Nos primeiros anos (1999-2001) eu não passava do segundo mundo, por isso fui descobrindo cada bônus e bananas escondidas nas fases anteriores – porque, acreditem, eu joguei muito as mesmas fases até conseguir evoluir como jogadora –, o que não aconteceu antes d’eu perder o contato com o jogo. Alguns anos se passaram e eu resolvi dar uma segunda chance, dessa vez com meu namorado como copiloto. Jogar naquela fase da montanha-russa e controlar animais absurdos acendeu uma chama no meu coraçãozinho, e depois de muitas mortes, conseguimos zerar 102% (o jogo possui um final alternativo e exige aquele esforço extra).

Imagem: Donkey Kong Country 2. Divulgação.

Imagem: Donkey Kong Country 2. Divulgação.

E meu pedido pra você é fazer o mesmo: pegue aquele jogo da sua infância que você nunca terminou e se comprometa com ele. Eu garanto que a sensação não tem preço!

Vanessa – Eu gosto de videogames desde muito pequena, mas acho que o primeiro jogo a me fazer ficar de queixo caído por toda a eternidade foi The Legend of Zelda: Ocarina of Time, lááá em idos de 1998. Eu tinha uns 8 anos e ainda passavam propagandas de games na TV – mas aquela era especial. Um garoto (e isso só fui descobrir quando joguei) lutava com espada, cavalgava e era atingido pelo que parecia um raio. Na tela, um texto com termos vagamente medievais incentivava quem jogasse a viver uma aventura mágica. Minha expectativa, meu hype era do tamanho do mundo – mas, estranhamente, a experiência real o superou.

No meu coração, a Hyrule da minha infância (o “mundo” do jogo) é tão real quanto a casa de praia onde minha família passava o verão. Eu a revisitei muitas, muitas, muitas vezes pelo tempo em que meu Nintendo 64 velho de guerra esteve ativo. Talvez fosse a temática do crescimento de criança para adulto, ou as viagens no tempo, ou o mundo de fantasia tão rico prum jogo da época, ou o fato de ter sido quase uma experiência transmídia pra mim (que não falava inglês e precisava entender a história pelos gestos dos personagens ou pelas revistas temáticas que pipocavam nas bancas na época). O que eu sei é que Ocarina foi mais do que um game pra mim: foi uma paixão, uma válvula de escape, uma capsula do tempo de uma época nada perfeita, mas cheia de pequenas faíscas de magia.

Imagem: The Legend of Zelda: Ocarina of Time. Divulgação.

Imagem: The Legend of Zelda: Ocarina of Time. Divulgação.

Natália – Eu tenho 19 anos, então você aí que está me lendo provavelmente não é tãããão mais nova que eu, e é provável que já tenha visto um Nintendo 64 na vida. Mesmo assim, eu duvido que você já tenha visto o meu jogo favorito de Nintendo 64, o Snowboard Kids.

Olha, eu não sou muito boa de videogame até hoje, mas tenho certeza absoluta de que não é culpa da minha habilidade motora nem da incapacidade do meu cérebro, mas de um fato da minha infância: eu nunca tive um videogame que fosse meu. Talvez aquele joguinho colorido de Tetris que vendia no 1,99, mas nada além disso. O Nintendo 64, o Game Boy e o Megadrive que existiam aqui em casa eram propriedade exclusiva do meu irmão, e ai de mim se eu ousasse tocar neles sem permissão. Por isso, eu só jogava com ele e nos dias em que o encontrava de bom humor – assim, eu não entendo de Pokémon até hoje.

Por algum motivo, o meu irmão (porque claro, era ele também quem escolhia o jogo) sempre colocava Snowboard Kids pra gente jogar. Você já deve ter jogado vários jogos que parecem com esse: é só escolher um personagem (sendo que só havia uma personagem mulher, ou seja, eu não era a única excluída do jogo) e ir esquiando por vários lugares, apostando corrida com os outros personagens, e completar as x voltas que o jogo estabelecia mais rápido que todo mundo, o que eu nunca conseguia fazer. Escrevendo esse texto me deu até vontade de treinar no Snowboard Kids pra ver se eu consigo ganhar do meu irmão. E dessa vez eu vou escolher a personagem mulher, pra mostrar a força feminina do bagulho quando eu cruzar a linha de chegada.

Imagem: Snowboard Kids. Divulgação.

Imagem: Snowboard Kids. Divulgação.

O Dia das Crianças está quase aí e talvez você não ganhe mais presente dos seus pais, mas com certeza tem algumas boas lembranças para compartilhar com a gente. Então é o seguinte: diga pra nós qual foi o jogo que mais te marcou quando você era criança e explique em poucas linhas o porquê. A dona do comentário mais votado vai ganhar os games To the Moon, Long Live the Queen, Vessel e Sword of the Stars: Complete Collection, todos para serem rodados na Steam (que é gratuita). Um “Capitolina Bundle”, if you will. Podem comentar em qualquer data, mas a votação fica valendo até o meio-dia (horário de Brasília) desse 12 de outubro. É só participar aí embaixo!

Dora Leroy
  • Coordenadora de Quadrinhos
  • Ilustradora

Dora Leroy tem 21 anos e acredita que o universo é grande demais para não existir outras formas de vida inteligente por aí. E, enquanto espera uma invasão alienígena acontecer, gosta de ler livros que se passam em universos mágicos e zerar séries do Netflix.

Carolina Stary
  • Ex-colaboradora de Tech & Games

Verônica Montezuma
  • Colaboradora de Tech & Games
  • Audiovisual

Verônica, 24 anos, estuda cinema no Rio de Janeiro. Gosta de fazer bolos, biscoitos e doces, e é um unicórnio nas horas vagas.

Gabriela Sakata
  • Ilustradora
  • Colaboradora do Tecnomanícas
  • Colaboradora de Artes
  • Colaboradora de Poéticas
  • Audiovisual

Gabriela, 24, moro em São Paulo/SP. Gosto de assistir documentários e umas bobagens no Netflix, ficar no Tumblr e assistir videos no Youtube. Além disso adoro achar músicas novas pra escutar, conversar sobre política, jogar Age of Empires ou Sims e ler teorias da conspiração. Estou cursando Artes Visuais e tenho um instagram com minhas ~~artes~~ (@bbbibilandia).

Vanessa Raposo
  • Coordenadora de Tech & Games

Vanessa é carioca, mas aos 25 anos sente que o mundo é grande demais para se pertencer a só um lugar. Por isso, passa boa parte do tempo em paisagens imaginárias e planejando suas próximas viagens - que podem ou não acontecer (“As passagens pra Plutão ainda estão disponíveis, moço?”). Gosta de filmes da Disney e de musicais mais do que dizem ser aconselhável para sua idade. Quando não está pseudofilosofando sobre o papel dos videogames na cultura pop, pode ser encontrada debruçada sobre seu laptop, arrancando os cabelos por alguma história que cisma em não querer ser escrita. 

Natália Lobo
  • Coordenadora de Ciência
  • Colaboradora de Culinária & FVM

Natália tem 20 anos, casa em dois lugares (ou em lugar nenhum, depende do ponto de vista), gosta de fazer e de falar sobre comida, é feminista desde que se entende por gente.

  • Júlia Oliveira

    Olha, me identifiquei com muita coisa que li aí, hein! hahaha Ganhei um Super Nintendo quando era bem pequenininha, e quem acabava jogando era minha mãe! Mas como todo mundo, eu cresci (não no tamanho) e aprendi a jogar, ou melhor, aprendi a ficar viciada. Confesso que não é difícil escolher o que mais marcou minha vida: a sequência Donkey Kong toda! O difícil é escolher qual dos três… Mas acho que foi o terceiro, passei horas tentando fechar, matar aqueles monstrengos enormes, capturando passarinhos, descobrindo novos mundos e catando os DKs, muitas vezes escondidos. Sou completamente louca por DK, a fonte do meu Super Nintendo estragou e eu estou desesperada procurando outra pra comprar! Nunca fui boa eem nenhum videogame além do Super Nintendo. Jogos em 3D me deixam confusa, nem no 64 eu conseguia desenrolar. Uma tragedia mesmo! Meu negócio é jogo de plataforma… Sei que eram poucas linhas, mas eu poderia falar horas sobre essa minha paixão. Meu aniversário é no dia 11 de outubro, e eu sempre acabava ganhando um presente só pelas duas datas, e me lembro ate hoje de quando ganhei Donkey Kong III e um livro que eu queria muito na época (ler é meu maior amor) <3

  • Bárbara Prince

    Meu jogo favorito da infância foi Twinsen’s Odyssey – meu primeiro RPG, com um 3D bem avançado para as minhas ideias de 1999 e o primeiro jogo com uma longa e ótima história. Twinsen tinha que salvar o próprio planeta, e o jogo era bem dificinho, me divertiu por horas. Também me rendeu ótimas histórias. A primeira delas é que o ganhei de um técnico que veio consertar meu computador e viu que eu estava cabisbaixa – além do computador quebrado, eu acabara de receber uma ligação da minha irmã dizendo que ela tinha acabado de encontrar as Chiquititas no Playcenter, enquanto eu mofava em casa!
    Meses depois, quando já estávamos viciadas no jogo, minha irmã insistiu em rodá-lo sem a permissão do meu pai, que tinha proibido porque estava dando pau no computador. E, por incrível que pareça, enquanto ela jogava às escondidas, o cd EXPLODIU dentro do drive. Foi muito assustador e frustrante, e fiquei sem meu CD. No mesmo ano, pedi um CD novo desse jogo para o Papai Noel – foi meu último pedido para ele, e ele atendeu! <3

  • dju

    Acho que se o assunto são jogos da infância, lembro com carinho minhas primeiras experiências no computador do meu pai, e em especial com “Oddworld: Abe’s Oddysee” e “A Maldição da Ilha dos Macacos”.
    Oddworld se tratava da aventura de Abe, um alienígena escravizado trabalhando numa fábrica de comidas enlatadas, num mundo todo industrializado, cinzento e poluído, talvez uma distopia numa sociedade alienígena. O problema para Abe na história é que a fábrica decide fazer enlatados da carne de seus empregados. O resto do jogo é você tentando sair vivo de lá, e ajudando quantos colegas possível pelo caminho. Pensando nesse jogo hoje, não era algo do mais “exemplar e adequado” para crianças, como lembrariam meus pais.
    Mas o outro jogo com certeza passaria pelos critérios dos meus pais; A Maldição da Ilha dos Macacos foi uma das coisas mais divertidas e deliciosas que já joguei, e falo em “deliciosa” porque o ambiente do jogo deixava tudo muito gostoso de se jogar (mesmo eu tendo empacado para sempre no segundo capítulo, quando jogava esse game aos meus 8~9 anos). Uma boa trilha sonora e cenários muito bem desenhados nesse jogo point-n-click, coisas que contribuem para um incrível ambiente, algo que me marca bastante nos jogos… O ciberespaço, aquele lugar virtual do jogo que te faz sentir um pouco em casa, que você sente vontade de revisitar, de novo e de novo. Ah sim, e claro, uma das melhores experiências é revisitar esses jogos anos depois quando você é capaz de zerá-los, e viver toda aquela experiência que iniciou na infância. Não tem igual, mesmo!

    • http://criandomundos.wordpress.com/ Vanessa Raposo

      “O ciberespaço, aquele lugar virtual do jogo que te faz sentir um pouco em casa, que você sente vontade de revisitar, de novo e de novo.”
      Faça dessas as minhas palavras também. =,) Fantástico.

  • http://criandomundos.wordpress.com/ Vanessa Raposo

    A votação está encerrada! Os resultados ao meio-dia de 12/10/2014 são os seguintes:
    1- Eduarda Silva Thomaznática – 10 votos
    2- Júlia Oliveira – 9 votos
    3 – Giulia Matteo / Fernanda Rebello / Juliana dos Santos – 6 votos
    4 – Bárbara Prince / Juliana Siegmann – 5 votos
    Obrigada pela participação de todas e parabéns para a Eduarda!
    Vamos tentar fazer brincadeiras assim sempre que possível, então quem não conseguiu desta vez, espera um pouquinho que logo tem mais!

    • Eduarda Silva Thomaznática

      Obg a todas q votaram em mim !!

  • http://criandomundos.wordpress.com/ Vanessa Raposo

    Oi Eduarda! Parabéns pela colocação!
    Vamos entrar em contato com você por e-mail (o que está associado a este perfil do Disqus) para passar as chaves de ativação dos jogos, tá?
    Beijos!

    • Eduarda Silva Thomaznática

      Ok !! Obg 🙂

    • Eduarda Silva Thomaznática

      Se n responder pelo e- mail tenta pelo meu face : Eduarda Silva

      • http://criandomundos.wordpress.com/ Vanessa Raposo

        E-mail enviado! Dá uma olhadinha =)
        Qualquer dúvida, é só perguntar!

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A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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