2 de junho de 2017 | Ano 4, Edição #34 | Texto: | Ilustração: Gabriela Nolasco
PLAYLIST NARRATIVAS
agora-sim

Que músicas têm histórias, isso todo mundo já sabe. De uma forma ou de outra, toda canção tem algo para contar, mas algumas músicas vão além, transformando seus versos em um tipo de conto cantado, com cenas tão claras que a gente até pode imaginar o filme rodando na nossa cabeça.

E é por isso que a playlist deste mês vem assim ― com músicas que contam histórias. Feche os olhos, relaxe e deixe sua mente passear por todas estas narrativas em forma de melodia.

 

  1. Acabou Chorare ― Novos Baianos
  2. If You’re Feeling Sinister ― Belle e Sebastian
  3. Nego Drama ― Racionais MC
  4. O Homem Que Não Tinha Nada ― Projota
  5. Eduardo e Mônica ― Legião Urbana
  6. Feira de Mangaio ― Clara Nunes
  7. A Day in the Life ― Beatles
  8. Fred Astaire ― Clarice Falcão
  9. Despejo na Favela ― Gonzaguinha e Adoniran Barbosa
  10. Domingo no Parque ― Gilberto Gil
  11. Hey, I Won’t Break Your Heart ― Corinne Bailey Rae
  12. Nancy Mulligan ― Ed Sheeran
  13. Samba do Arnesto ― Adoniran Barbosa
  14. Balada de Gisberta ― Maria Bethania
  15. A História de Lily Braun ― Chico Buarque
  16. Coroné Antonio Bento ― Tim Maia
  17. Faroeste Caboclo ― Legião Urbana
  18. Vale do Jucá ― Metá Metá
  19. The Gnome ― Pink Floyd
  20. Love Story ― Taylor Swift
  21. City with no Children ― Arcade Fire
  22. Brick by Boring Brick ― Paramore
  23. Speak Now ― Taylor Swift

 

Larissa Siriani
  • Colaboradora de Audiovisual

Larissa Siriani é uma paulistana que nunca fez a menor ideia do que queria fazer da vida - até começar a escrever. Formada em Cinema, é autora de Amor Plus Size e outros livros e comanda um vlog literário que leva seu nome. Vive em São Paulo com os pais, dois irmãos mais velhos e três cachorros, e sonha em viajar o mundo, conhecer seu príncipe encantado e encabeçar a lista de bestsellers (não necessariamente nessa ordem).

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A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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