31 de março de 2015 | Estudo, Vestibular e Profissão | Texto: | Ilustração: Isadora M.
Reflexões sobre homo sapiens, natureza e dinheiro

A lei universal diz: “Pra todo efeito existe uma causa e pra toda causa existe um efeito.”No contexto desse texto isso pode dizer que nossas ações irresponsáveis podem trazer malefícios a nós mesmos.

Desde muito tempo o Homo s. sapiens vê a natureza como um simples depósito de matéria-prima pra nossos confortos e fonte de lucro, lugar onde pode-se pegar o que quer sem o menor compromisso, e nunca nem sequer passar pela sua cabeça que tal conforto imediato pode prejudicar a si mesmo. E também nunca passar pela sua mente que também compomos isso tudo (apesar de nos passarmos de a panelinha dos excluídos, descolados no mundo nós não somos).

A crise hídrica tá aí e não é porque você ou seu vizinho deixaram de fechar a torneira enquanto escovam os dentes, certo? O buraco das questões do mundo é sempre mais fundo do que nós acreditamos ser.

O fato é

Vivemos numa sociedade onde o dinheiro é quem manda. A todo momento, algo novo está sendo criado para se lucrar e, na maioria maçante das vezes, não é para nos trazer benefícios, a não ser prazeres momentâneos. Um exemplo disso é como as indústrias alimentícias, o agronegócio e a indústria de higiene feminina funcionam.

Tá, mas o que a gente faz?

Reclamação sem ação não muda muita coisa, mas ajuda! A crise hídrica, por exemplo, bate nas nossas portas e não são gritos sem ação que vão fazer sair água de nossas torneiras. Alckmin não é São Pedro e está lançado o desafio. É hora de buscar alternativas para lidar com a situação e só vamos conseguir isso observando a natureza (e obtendo autoconhecimento). A água não cai do céu com a chuva? Cisternas!

Isis Naomí
  • Conselho Editorial
  • Coordenadora de Ciência & Tecnomania
  • Colaboradora de Saúde
  • Colaboradora de Educação
  • Colaboradora de Sociedade

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A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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