29 de junho de 2015 | Ano 2, Edição #15 | Texto: | Ilustração:
Sugestões de entretenimento #15: Linguagem

SÉRIES
Frente al muro (2015)
Studio 60 on the sunset street (2006-2007)

FILMES
A noite americana (La nuit américaine, 1973)
O garoto selvagem (L’enfant savage, 1970)
Is the Man Who Is Tall Happy? (2013)
Medianeras (2011)
Mensagem para você (You’ve got mail, 1998)
Pixo (2010)
Palavra (en)cantada (2009)

LIVROS
1984 (George Orwell)
Diários (1947-1963) (Reborn, Susan Sontag)
Bili com limão verde na mão (Décio Pignatari)
Here (Richard MicGuire)
Sem título (Sans Titre, Hervé Tullet)
Chapeuzinho vermelho (Warja Lavater)
Vestido de noiva (Nelson Rodrigues)
Perto do coração selvagem (Clarice Lispector)
A primavera da pontuação (Vítor Ramil)
Pato! Coelho! (Amy Krouse Rosenthal & Tom Lichtenheld)
Tratado Geral das Grandezas do Ínfimo (Manoel de Barros)
1 2 3 (William Wegman)
A B C (William Wegman)
Ter um patinho é útil (Isol)
Desequilibristas (Manu Maltez)
Aperte aqui (Hervé Tullec)
Destrua esse diário e Isso não é um livro (Keri Smith)
O livro sem figuras (BJ Novak)
Vários mundos: Burle Marx além das paisagens (Paula Browne)
Luzes de emergência se acenderão automaticamente (Luisa Geisler)
O jogo da amarelinha (Julio Cortázar)
Milagrário pessoal (José Eduardo Agualusa)
A espuma dos dias (Boris Vian)
Laranja mecânica (Anthony Burgess)
O teorema Katherine (John Green)

E, de bônus, como pedido de desculpas pelo post bagunçado de hoje, essa fofura:

Sofia Soter
  • Cofundadora
  • Ex-editora Geral

Sofia tem 25 anos, mora no Rio de Janeiro e se formou em Relações Internacionais. É escritora, revisora e tradutora, construindo passo a passo seu próprio império editorial megalomaníaco. Está convencida de que é uma princesa, se inspira mais do que devia em Gossip Girl, e tem dificuldade para diferenciar ficção e realidade. Tem igual aversão a segredos, frustração, injustiça e injeções. É 50% Lufa-Lufa e 50% Sonserina.

Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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