Posts na tag "amor"
12 de março de 2017
*****Contém alguns spoilers do primeiro e segundo episódio da temporada 1 “As relações, assim como as pessoas, estão vivas. E se transformam”. Ouvi...
7 de março de 2017
faz tempo um poema que expresse amor só o amor, sem tempos duros sem pratos quebrados na parede e a angústia das lâmpadas pensei que estivesse o...
1 de março de 2017
Faço dos meus ombros Cantinho de desassossego Pousam passarinhos Borboletas E segredos Repouso suas lágrimas no meu colo E a tristeza do horizonte Nos...
9 de julho de 2016
Na época do orkut, além de comunidades com nomes estranhos, bombavam os depoimentos, geralmente declarações de afeto meio padrão, que incluíam esta...
30 de junho de 2016
Na terceira edição da Capitolina, a Beatriz Trevisan e a Laura Pires contaram para a gente como as demonstrações físicas de afeto são encaradas em...
29 de junho de 2016
Comédias românticas, músicas pop, novelas, contos de fadas, estamos rodeados pelo tal do amor romântico. Esse de casal, do viveram felizes para sempre. Só...
29 de junho de 2016
(Gleice, miga, obrigada pelo empurrão para o texto sair s2) Escrevo este texto da perspectiva de uma mulher negra filha de uma relação inter-racial –...
26 de junho de 2016
Outro dia, conversando com uma amiga gorda sobre adolescência e namoricos, confessei algo que hoje acho terrível: antes, quando eu gostava de alguém, me...
22 de junho de 2016
Todas nós em algum momento, geralmente logo na primeira infância, somos apresentadas ao ideal de amor romântico; a mocinha que se apaixona perdidamente pelo...
15 de junho de 2016
Já falamos detalhadamente sobre relacionamentos abusivos, mas venha cá, cara miga, que ainda tem coisa que precisamos falar. Infelizmente, há tantos tipos...
15 de junho de 2016
Apesar de ser fofo imaginar que o amor vem do coração, a ciência tem explicações menos românticas para esse fenômeno que abala nossas vidas e nos...
Sobre

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes. Nossa intenção é representar todas as jovens, especialmente as que se sentem excluídas pelos moldes tradicionais da adolescência, mostrando que elas têm espaço para crescerem da forma que são.

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